Em artigo publicado na Folha de S. Paulo neste domingo (28), o presidente Michel Temer (PMDB) saiu em defesa da agenda de reformas na economia e voltou a atacar as acusações dos executivos da JBS. O peemedebista escreveu que a aprovação de sete medidas provisórias no Congresso e o avanço da reforma trabalhista são provas de sua governabilidade.
 
"Vamos perseverar nesta travessia. Não me desviarei de entregar ao meu sucessor, em 2019, um país em condições bem melhores do que recebi. Sem as reformas, o Brasil não se sustentará. Todos, inclusive, a oposição sabem disso", argumentou.
 
Temer escreveu que o país está avançando e que a "modernização trabalhista" é a mais relevante entre as reformas e acrescenta que está em vias de ser aprovada no Senado.
 
Sobre a polêmica envolvendo Joesley Batista, Temer classificou a gravação como clandestina e imprestável. "Democrata que sou, vejo a liberdade de expressão ser extrapolada por interpretações voluntaristas, sem amparo na rigorosa apuração dos fatos. Falsas confissões são alardeadas em gravação clandestina, imprestável, segundo peritos, como prova - e que nem sequer, pasmem, foi custodiada e periciada", acrescenta.

                                          (Fonte Bocão News)